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Desenvolver framework é reinventar a roda?
por Daniel Zhe
O mundo está cada vez mais dependente da Tecnologia de Informação. A cada dia, novas necessidades surgem e muitos problemas que poderiam ser resolvidos pela Computação acabam não recebendo a bênção da tecnologia, pela falta de comunicação entre a bolha nerd-digital e o resto do mundo. Enquanto isso, na informática não faltam ferramentas para desenvolvedores: temos os mais diversos tipos de frameworks, interfaces, utilitários, IDEs e softwares para tornar o projeto e desenvolvimento de sistemas mais fácil.
Nós, cientistas da computação, desenvolvemos mais estudos para tornarmos o nosso trabalho eficiente. Outras áreas da ciência sofrem pela falta de profissionais para identificar uma necessidade e apresentar uma solução computacional viável. Essa é uma questão que abordarei em outro momento, mas que ilustra o fato de termos dezenas, centenas e talvez milhares de ferramentas semelhantes para resolver problemas parecidos. Nós mesmos “reinventamos a roda” e dedicamos força para resolver nossos próprios problemas. Faz parte da nossa cultura.
Quando desenvolver um framework, descobrirá que existem centenas de ferramentas e opções que realizam tarefas parecidas ao seu, porém a alta quantidade de produtos similares indica ou uma forte necessidade em um nicho altamente requisitado ou ainda que nenhuma delas resolve “todos os problemas”.
Até esse ponto da história, não há aquele que é “O” framework para resolver as questões que seu projeto se propõe. E, possivelmente, também não será seu trabalho que assumirá o posto de “O” framework. Nem é seu objetivo.
Seu objetivo é facilitar sua vida, assim como dos outros frameworks.
Existem "n" problemas ainda a serem solucionados pela computação, aumentando cada vez mais a necessidade de ferramentas específicas, seja um simples framework que ofereça tipos avançados de dados ou um novo mecanismo de gerenciamento de banco de dados.
Eis, portanto, minha primeira suspeita para haver tanta variedade: cada opção supre um tipo de necessidade. Não refiro-me a áreas distintas, mas sim dentro de um mesmo nicho, como por exemplo mapeamento objeto-relacional.
Observem para .NET quantos ORM (Object-relational Mapping) existem. Só na Wikipédia, a lista é de mais de 30 sistemas para resolver um mesmo problema! Será que os programadores são tão nerds a ponto de cada um perder tempo desenvolvendo o seu próprio ou, de fato, os ORMs existentes não atendem por completo as necessidades nessa área?
Baseado na experiência, sabemos que nem todas soluções suprem todos problemas e que às vezes é mais fácil “reinventar a roda” do que utilizar as opções disponíveis. Ou ainda, adaptar uma opção existente para atender nossa necessidade. O próprio Microsoft Windows é um exemplo disso. Não há somente “o Windows”, “O” sistema operacional que resolve tudo. Existem múltiplas versões, cada uma pra uma necessidade. Desde o XP Embedded até o Server 2008 Enterprise.
Fazer um novo framework para atender a uma necessidade específica, personalizada ou única, portanto, não é “reinvenção da roda”: é uso do conhecimento e para oferecer uma plataforma consistente, robusta e conhecida para a base de uma aplicação confiável.
Supremo derruba exigência do diploma para blogueiro pago
por Daniel Zhe
"(...)O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, por sua vez, disse que a obrigatoriedade do diploma pode prejudicar a informação do leitor.
"Não se pode fechar os olhos para o fato de que jornalismo é uma atividade multidisciplinar e que muitas notícias e artigos são prejudicados porque são produzidos apenas por um jornalista especialista em ser jornalista, sendo que em muitos casos essa informação poderia ter sido produzida por um jornalista com outras formações, com formação específica em medicina, em botânica, com grande formação acadêmica, mas que não pode exercer o jornalismo porque não tem diploma. Não se pode desprezar esse contexto", disse. (...)" - Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u582417.shtml
Vide as várias pérolas dos "jornalistas" que escrevem sobre informática e tecnologia, algumas lendárias como mitos popularizados pela InfoExame na década de 90 (em especial aquele do limite de 128MB de RAM do Windows 98).
O fato é que prefiro ler a opinião de alguém realmente da área do que um jornalista.
Nos comentários da notícia, há alguns jornalistas chorando que agora perderam estímulo para fazer universidade, que qualquer jaguara pode exercer a profissão, etc, etc.
Pois é, amigos jornalistas, não sei se vocês sabem, mas pra exercer todas as profissões ligadas à informática e computação (programador, analista, "tecnicuzão", etc, etc) não precisa ter diploma nenhum.
A responsabilidade que muitas vezes um desenvolvedor de sistemas têm é tão grande quanto a de um jornalista. Tudo depende da função que ele exerce na empresa, do trabalho que executa, do tamanho da empresa, etc, etc.
Eu acho que na verdade todas profissões deveriam ter algum tipo de regulamentação, mas por favor, não usem de argumento que é preciso ser jornalista para de fato exercer jornalismo em alguma área específica. Vocês preferem ler um texto meia-boca do Felipão falando de futebol ou de mim, que nem reserva do Vasco de Nova Milano fui? Você valorizam mais uma notícia a respeito de arquitetura de computadores escrita por um jornalista, que pensa que MP6 existe, ou de um nerd programador de Assembly?
Na boa, jornalistas, vão enfiar objetos em seus respectivos orifícios anais.
O lado cômico da pirataria
por Daniel Zhe
Pontos de vista sobre Pirataria de Software
por Daniel Zhe
Faz algum tempo que estou lendo e pesquisando materiais relacionados à pirataria. Na “grande mídia” só se lê barbaridades: alimenta o tráfego, os softwares têm vírus, são instáveis, etc. Um monte de lixo pra tentar convencer a Maria da padaria a comprar o Excel original.
Sim, é possível que algum traficante ganhe dinheiro através da pirataria, mas esse argumento é inválido quando se fala em pirataria via P2P, provavelmente a forma mais comum da atualidade.
Quanto aos vírus, de fato existem versões pela web contaminadas com cavalos de tróia e outras surpresa enquanto outras são cópias perfeitas da mídia original. A grande maioria das cópias obtidas de "pirateiros confiáveis" são livres de virus.
A respeito da instabilidade, isso é uma das maiores pérolas. É consenso entre geral que o desempenho de um software pirata, copiado na íntegra, é idêntico ao original. Não existe nada técnico que afete a estabilidade ou desempenho de uma cópia pirata, salvo exceção quando há algum crack se, e somente se, esse crack conter alguma falha (o que acontece às vezes em relação aos jogos e é raro em relação aos aplicativos).
Os únicos motivos reais para alguém comprar o software original, são a valorização do trabalho dos produtores, seguir a lei e uma questão de ética ou moral.
Em um mundo onde o Partido Pirata Sueco consegue colocar um membro no parlamento europeu, onde as redes P2P crescem cada vez mais, onde a música “baixada” tornou-se o padrão – e muitos artistas estão sabendo aproveitar muito bem isso, não consigo ver nenhum outro motivo além desses três.
Por que você compraria o Windows original? Para valorizar a Microsoft e o homem mais rico do mundo? Para se sentir bem por ter pago impostos ao seu país e ver o dinheiro ser usado para assistencialismo de vagabundo? Pra dormir bem? E outro software de uma empresa menor, você compraria?
Você paga R$ 700,00 em uma placa de vídeo que usará exclusivamente para jogar, mas não paga R$ 500,00 por um sistema operacional, que usará para tudo?
O Valor do Software
Uma vez li em algum lugar que o conhecimento é como um balão: o que não sabemos é o que está fora dele, e o que sabemos é o que está dentro. Assim, quanto mais sabemos, mais o balão enche e mais contato temos com coisas que não sabemos. É aquela velha máxima: quanto mais eu sei, mais sei que não sei.
Sobre a minha opinião sobre pirataria, pode-se dizer que foi o que ocorreu. De um “tem que piratear porque não tenho como pagar R$ 1.200,00 pelo Corel”, cheguei a “Veja bem... tem a edição Home & Student do Corel, que custa R$ 600,00 e vem com três licenças para uso doméstico”.
A questão se torna mais complexa ainda quando pensarmos no retorno que a Corel terá com o sujeito que pirateia o CorelDraw, aprende bem a ferramenta e depois vai usar no mercado de trabalho, ajudando a popularizar mais ainda o aplicativo e gerando mais lucro para empresa.
Por outro lado, ele está se beneficiando de uma tecnologia, pesquisa e propriedade intelectual de alguém para conseguir ter lucros (trabalho), quando o que esse alguém disse “ok, você pode usar para aprender e fazer trabalhos domésticos, mas pague R$ 600,00 pela licença. Veja isso como um investimento.”.
Será que vale? Será que é tudo tão simples assim? Então eu devo pagar R$ 2.000,00 pela desgraça do Photoshop se quiser aprender? Será que o Photoshop seria "o Photoshop" se fosse impossível obter cópias ilegais do software?
Outra questão: um jaguara que usa o Photoshop em casa pra fazer algumas frescuras simples em fotos, não seria muito bem atendido com o GIMP, Paint.NET ou outra ferramenta bem mais barata como o PaintShop Pro (que custa US$ 99,00)?
Outra questão que me incomoda: eu não tenho "medo" de gastar R$ 50,00 em uma ida ao Estádio Olímpico, que me dá algumas horas de lazer. Duas idas, seriam R$ 100,00.
Desconsiderando o fator social, com esses mesmo R$ 100,00, eu posso comprar o GTA IV que me dá dezenas de horas de lazer.
R$ 129,00 de banda larga por mês, R$ 159,00 de TV por assinatura, R$ 750,00 em uma placa de vídeo, US$ 129,00 em um Box importado do Dream Theater e R$ 100,00 por um jogo absurdamente complexo e difícil de fazer é muito?
O interessante nisso tudo, é que o Brasil é o país onde é errado estar certo, onde é bonito estar errado. Se o sujeito pagasse R$ 500,00 no Windows, receberia olhares estranhos dos amigos. Se pagasse R$ 500,00 em tênis Nike, era "o" foda.
Pessoalmente, não conheço nenhum usuário doméstico que compre software original, embora muitos sejam estudantes e pudessem obter uma grande variedade gratuitamente via DreamSpark ou MSDNAA (que várias universidades brasileiras fazem parte). Alguns compram jogos porque querem jogar on-line.
Por fim, não é com um único post que eu vou encerrar essa discussão ou chegar a uma conclusão decisiva. Espero que quem tenha lido isso ao menos passe a pensar um pouco mais nessa questão, assim como eu.
Baseado faz Windows Vista travar
por Daniel Zhe
http://support.microsoft.com/kb/962201/pt-br
Ok, eu sei que é um tradutor automático, mas pra que usar se o resultado é esse?
OBS: Sim, eu tirei o link do post do Lex na U-BR.
Windows 7 - Testes Finais
por Daniel Zhe
Desisti da versão RC do Windows 7. Parece que há um bug com minha controladora RAID (Intel ICH8R). Não consegui identificar se é problema do W7 ou do driver (é mais lógico que seja do driver). O fato é que o W7 não iniciava mais e o BIOS da controladora acusava um erro em um disco.
Porém iniciando por outra instalação do W7, fora do RAID, conseguia acessar normalmente todos os dados. Rodei ferramentas de diagnóstico, inclusive da fabricante da controladora, e nenhum erro foi encontrado.
Reiniciei o micro e consegui entrar na instalação no RAID e marcar o status do HD como "saudável". Reiniciei e lá estava ele novamente como "bad" e não entrava mais na instalação feita no RAID.
O problema todo começou depois de um "hard-reset" na máquina, que foi necessário pois ela travou ao tentar ler um DVD com problemas.
Aliás, o mesmo DVD no Windows XP64 também não é lido corretamente, mas não trava o sistema.
Retornei para a instalação anterior com o meu amado XP64 e não tive mais nenhum problema com RAID. O sistema voltou ao normal.
Retornando para o XP64
O processo é extremamente simples. Na instalação do W7 eu o fiz na mesma partição onde o XP64 estava instalado. Ele copiou as pastas do sistema antigo para uma pasta chamada "windows.old" e se instalou nas tradicionais Windows e Program Files.
Para retornar ao XP64, bastou apagar as pastas do W7, mover as do XP64 de volta para a raiz e executar o comando "d:/boot/bootsect /nt52 c:" pelo disco de boot do W7 (no meu caso eu fiz dentro da segunda instalação que tinha no disco IDE, mas o procedimento correto é pelo disco do W7).
Perdoe-me pela heresia de tentar te abandonar, querido XP64!
Como forçar risadas sem perder amigos ou ser anti-social
por Daniel Zhe
Acredito que eu seja um cara de bom humor. Note que "de bom humor" é diferente de "bem humorado". É fácil eu rir, rio de qualquer bobagem.
Porém às vezes fazem brincadeiras que não têm a MENOR graça ou sentido. E não me refiro a brincadeiras necessariamente comigo e sim com terceiros. Nesse caso sou obrigado a rir pois se não rir as pessoas concluirão que eu estou brabo porque não achei graça (especialmente se for algo referente a mim).
Pior é quando estamos em 4 ou 5 pessoas, alguém faz uma piadinha e eu
não entendo o que a pessoa falou:
- Ele mnhunmnaskjd! RERERER
-
O q????
- BRERERERERER ELE FICO BRRABO ROIROIRORRIO!
O problema é conseguir fazer papel de idiota e rir sem entender o que a pessoa falou ou rir de coisas totalmente sem graça.
Estou desenvolvendo técnicas para fazer isso. Uma delas é pensar na idéia desse texto, em como estou sendo idiota por ter que rir de algo sem graça ou de um "mnhunmnaskjd".
Outra que funciona muito bem - mas que leva você, lentamente, ao inferno - é procurar detalhes engraçados nas pessoas e prestar atenção neles quando precisar rir.
Todo mundo tem algum detalhe ou algo que possa ser motivo de gozação. Ninguém é imune a isso.
Por exemplo, se eu fosse amigo do Sílvio Santos, era só lembrar do bambú. Ou do áudio Sílvio Santos no motel.
Se fosse amigo do Pelé, lembrar dos comentários dele na Copa de 94 e do esporro do Galvão, e assim por diante.
Aliás essa dica funciona bem para longos monólogos desinteressantes. O sujeito tá todo emocionado contando os detalhes da massa-folhada que comeu na praia com o vizinho do primo e você está pensando em como o cara é parecido com a Dona Florinda.
E o Windows 7?
por Daniel Zhe
Instalei ontem como sistema operacional principal. Optei por instalar na mesma partição do Windows anterior (XP 64). A instalação copiou as pastas Windows, Program Files, Program Files (x86) e Documents and Settings do XP64 para uma pasta chamada Windows.old, onde pude acessar todos meus dados antigos.
Detectou todo meu hardware, inclusive já configurou a resolução de tela para a nativa.
Já havia usado o Vista x64 nessa máquina, e o W7 x64 é sensivelmente mais rápido, especialmente em transferência de dados (velho problema do Vista). Comparando com o XP64, não notei nenhuma diferença. O boot, agora também na partição em RAID parece alguns segundos mais rápido.
O visual é sensacional, dispensa comentários.
Quanto aos softwares, até o momento já testei:
Daemon
Tools - Apesar de dizer que não é 100% compatível, funcionou
perfeitamente
FIFA 09 - Em alguns momentos o jogo dá umas
travadinhas. Ainda estou verificando o motivo. Bem, nada de especial
para drivers BETA em um sistema operacional RC.
Firefox -
Nenhum problema.
ConvertXtoDVD 3.3.2.100 - Nenhum problema,
inclusive agora não "dá pau" quando abro 3 instâncias ao mesmo tempo.
Nero
Express Essentials 8 - Esperava que não funcionasse, mas instalou e
gravou 2 DVDs perfeitamente. Porém tem alguns bugs na interface, mas
nada que impeça a utilização.
7-Zip x64 -
Perfeito. Porém pra associação aos arquivos funcionar, você precisa
iniciá-lo uma vez como administrador.
uTorrent - Nenhum
problema.
Em princípio, a regra de que tudo que funciona no Vista
funciona no W7, parece estar funcionando. Creio que a questão de
compatibilidade para a maioria dos usuários será irrelevante, uma vez
que ele tem alta compatibilidade com o Vista. Não é algo que mereça
preocupação.
Windows 7
por Daniel Zhe
Entrei na onda e testei o novo Windows. Não tive muito tempo ainda pra realizar mais testes e provavelmente vocês já devem ter lido outros 9463752 testes e resenhas do W7.
Não fiz nenhum teste técnico, estou apenas dando minha opinião pessoal.
Esse não é um post técnico.
Bem, minha primeira impressão é que de fato ele é a versão "final" do Windows Vista. Em alguns detalhes já dá pra perceber, como por exemplo na inicialização. O Windows Vista foi o primeiro que mostrava só uma barra de progresso sem o logo do Windows. No W7, o logo do Windows no boot, aparece e fica piscando.
A instalação é absurdamente fácil. Ele faz umas 3 ou 4 perguntas no máximo. A mais "complicada" é a respeito das configurações regionais. Instalação for drunk monkeys.
A velocidade do boot não é nada sensacional: sim, é rápido, mas nada de anormal que faça eu criar um post todo com o caps-lock ligado. Tudo bem que eu testei em um HD IDE velho e comparei com o meu XP64 rodando em RAID 0 e talvez seja bem mais rápido rodando com acesso a disco melhor.
A nova Barra de Tarefas
De fato é bem interessante e pensada, com alguns conceitos novos. Isso sim merece um post a parte mas em resumo: por padrão ela maior na vertical, muito mais "elegante" e com um conceito novo - ao menos pra mim: as aplicações abertas são ícones na barra e podem ser "pinadas" (substituindo o antigo e útil quick-launch). Mas não são apenas ícones que agrupam todas janelas da aplicação: são ícones com funcionalidades reais. Por exemplo, se você clica sobre o ícone que representa o Internet Explorer, ele abre um sub-menu com as últimas páginas acessadas (entre outras opções). Se você clica com o botão direito do mouse, ele abre uma nova janela do Internet Explorer. Outra coisa muito boa, é que quando você está fazendo algum download, o ícone vai mostrando o progresso do processo, como se fosse uma barra de progresso.
Mais um recurso que achei ótimo: ao parar com o cursor sobre qualquer ícone, ele mostra uma espécie de "alt+tab resumido com as janelas da aplicação". Só que ao contrário do Vista, que não atualizava as janelas em tempo real quando elas estavam minimizadas, no W7 elas são atualizadas! Então se eu estou fazendo 3 downloads pelo IE, além de poder acompanhar o progresso geral simplesmente olhando pro ícone, eu posso parar o cursor sobre ele e ver miniaturas das 3 janelas, atualizadas em tempo real, mesmo que estejam minimizadas.
Menu Iniciar Clássico
Já eras. Não tem mais. Depois de mais de 10 anos acostumaod com o menu estilo Windows 95, a Microsoft forçou todo mundo a ir pro menu XP-Vista-7. Como eu tenho quase certeza que vou migrar pro Windows 7, já mudei o menu do meu XP pro estilo do 7, afim de ir me acostumando (e tenho outra alternativa? A Microsoft disse, pau no nosso cu).
Tenho impressão que o Painel de Controle clássico já eras também.
UAC
Enfim está decente. Não enche mais o saco como é no Vista. Aliás, durante meu teste, o UAC não apareceu nenhuma vez, mesmo fazendo alterações em configurações do sistema.
Drivers
É óbvio, qualquer "informata" com o mínimo de bom senso sabe: no começo alguns dispositivos serão incompatíveis, mas a tendência natural e óbvia é que todos componentes novos lançados a partir desse ano já sejam compatíveis com o Windows 7. Esse tipo de teste que as resenhas por aí incluem é deveras babaca. É válido no mundo do Linux, onde dispositivos novos geralmente não são suportados, mas não no mundo dos 90% dos desktops.
Compatibilidade de Software
Segundo a própria Microsoft, em uma palestra que assisti: se roda no Vista, é quase certo que roda no 7. Prova disso são que o 7 nem saiu e já tem um monte de software "difícil" que roda nele (Daemon Tools, por exemplo).
Não é algo que eu me preocupo, mesmo porque todo mundo vai ser forçado a fazer software compatível com o 7.
Conclusão
Isso não é uma resenha ou análise técnica. É só uma opinião pessoal de alguém que usou o Windows 7 por 1 hora mais ou menos. A conclusão é que quem usa XP x86/x64 e tem máquina boa, talvez irá pro Windows 7. Quem usa Vista, só não vai pro 7 se for retardado.
E eu tô considerando tentar usar o 7, mesmo sendo RC e funcionando só até Março do ano que vem, como SO de "produção". É só ver como roda GTA IV nele.
Obs.: Lembrei do George Costanza, que queria colocar o nome do filho de "Seven".
Oasis em Porto Alegre
por Daniel Zhe
Amanhã estarei em Porto Alegre para acompanhar o show do Oasis, banda que apesar de não ser musicalmente brilhante, eu gosto muito.
Não é meu top 3 e provavelmente eu não iria se o show fosse só em SP e RJ, mas em Porto Alegre torna-se imperdível.
O provável setlist parece ótimo pra mim. O último álbum deles, Dig Out Your Soul, é muito bom e predominará durante todo o show.
E eu acho que vou ter um treco ao ver/ouvir Supersonic e Morning Glory ao vivo, sem citar as clássica Champagne Supernova, Don´t Look Back In Anger e Wonderwall.
Oasis é uma das bandas que eu mais tenho CDs originais, por geralmente terem um preço bem atraente (a maioria eu paguei entre R$ 15,00 e R$ 20,00) e eu gostar, é claro.
Comparando o provável setlist com o setlist dos Mestres Supremos (Dream Theater) que vi no show do RJ, concluo que o Portnoy é uma bixinha fresca: enquanto os "insuportáveis" do Oasis não deixam de fora os grandes clássicos da banda apesar de estarem tocando a 300 anos, o carismático Portnoy fica se cuzeando pra tocar Metropolis e Pull Me Under. Detalhe que as músicas são mais ou menos da mesma época (primeira metade dos anos 90).
Dream Theater - Black Clouds & Silver Linings
por Daniel Zhe
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5/19 Cover Song #1
5/26 Cover Song #2
6/2 Cover Song #3 -> Meu
aniversário. Só pra constar.
6/9 Cover Song #4
6/16
Cover Song #5
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Diário da Enxaqueca - Parte 1
por Daniel Zhe
Quem me conhece bem pessoalmente, sabe que sou uma das vítimas da enxaqueca.
Não se trata de uma "dor de cabeça" comum. Às vezes eu tenho dores de cabeça (cefaléia) "comum" e são bem diferentes da enxaqueca.
Falando de mim, o sintoma mais característico que tenho é uma forte dor de cabeça latejante no lado esquerdo da cabeça. Sempre do lado esquerdo. Umas 4 ou 5 vezes eu tive também do direito (achei que ia morrer quando isso aconteceu).
Isso acontece desde os meus 5 ou 6 anos.
Outros sintomas, são um nível de irritação acima do normal, falta de apetite e em crises mais fortes, raciocínio lento e pânico (é como se eu estivesse sonhando e sentisse que fosse morrer).
Felizmente faz muito tempo que não tenho uma crise extrema, mas praticamente a cada 15 dias a enxaqueca vem me visitar.
---
Já li muito sobre o assunto, pela Internet, e consegui diagnosticar vários fatores que de fato podem desencadear crises. A conclusão que cheguei - e que os próprios médicos confirmam - é que não há "fórmula mágica", mas sim um padrão de alimentação, sono, hormônios e fatores emocionais que atuam na química interna do organismo e, dependendo da alteração, desencadeiam a enxaqueca.
Alimentação
Alguns alimentos pra mim são certeza de enxaqueca: muito suco de laranja (pela acidez?) e batata Pringles (excesso de glutamato monossódico?) desencadeiam crises.
Observei que alguns alimentos industrializados ricos em glutamato monossódico (uma porcaria que colocam em porcarias sem gosto pra realçar o sabor) de fato contribuem muito para minha enxaqueca. E há estudos sobre isso! O Google me disse.
Regularidade de Horários
Pelo que pesquisei, comer de dormir sempre nos mesmos horários ajudam o corpo a manter o equilíbrio químico do cérebro. Já comprovei que quando não como nos horários que estou acostumado, há chances altíssimas de eu ter enxaqueca.
Sono
Fato: se eu estou acostumado a dormir sempre às 0:00 e levantar às 6:40, eu não posso alterar esses horários com uma margem maior do que 2 ou 3 horas. Quando posso, ir dormir às 23:00 para levantar 7:30 ou 8:00 está ótimo. Porém, se eu dormir mais do que isso, há grandes possibilidades de eu ter enxaqueca ao acordar (exceto se eu durmo por necessidade e não por que "vou ficar só mais um pouquinho").
Quanto a cochilos fora de horário, observei até agora que não influenciam na minha enxaqueca, pelo contrário, muitas vezes ajudam a aliviar os sintomas ou amenizar completamente a crise.
Quero comentar mais sobre o sono, pois li uma sugestão impressionante do Dr. Feldman, um expert em enxaqueca e autor de dois livros (veja o seu site em www.enxaqueca.com.br):
"Ao dormir mais cedo, você aumenta seu número de horas de sono no escuro - mas para isso, precisa desligar tudo à sua volta, até mesmo a luzinha do telefone, ou da TV desligada. Invista em uma boa vedação de sua janela, para que não entre luz de fora. Apague tudo à noite!".
Impressionante que eu sempre fiz isso, até era meio paranóico. Entretanto, nos últimos meses, criei o hábito de dormir com o computador ligado e deixar todos as luzinhas acessas, pois achava que isso era bobagem e que não influenciaria em nada.
Coincidentemente, minhas crises de enxaqueca aumentaram de freqüência significativamente.
A explicação está neste post do Dr. Feldman: http://www.enxaqueca.com.br/blog/?p=157
Faz sentido! Isso é o mais impressionante! Não era paranóia minha achar que os ledzinhos incomodavam pois o quarto não ficava 100% escuro.
A partir de hoje, além dos cuidados que tenho com regularidade de horários e alimentação, passarei também a dormir com o quarto o mais escuro possível.
Registro aqui neste post minha última enxaqueca, em 22 de Abril de 2009. Observaremos o efeito dessa mudança nas próximas semanas.
Legal
por Daniel Zhe
Tinha esquecido que esse negócio que eu esqueci como funciona é legal e funciona direito.
Putz, agora eu quero ficar postando merda aqui.
Reflexão... nerd
por Daniel Zhe
Às vezes preciso de momentos de reclusão. Reclusão física, reclusão mental, reclusão de idéias.
No último mês, não escrevi. Entre transições na vida, é difícil expressar pensamentos pois eles acompanham a mudança. São novidades, novos pontos de vista.
É um momento em que você está desfragmentando o disco. O acesso aos dados é lento e não é bom ficar gravando novas informações.
Mudei em alguns pontos de vista. Lendo isso, parece que são questões filosóficas e existenciais fundamentais, não?
Bem, muitas idéias antigas eu evoluí e aperfeiçoei (natural do ser humano que evolui), fatos ocorreram, etc.
Porém, como esse não é um bloguxo pessoal, compartilho com vocês as mudanças pertinente ao público nerd dessa bosta:
1. Pensei em abandonar completamente o Java, por duas questões
fundamentais:
a. As IDEs não são boas para desenvolvimento web;
b.
Ficar o mais longe possível de software livre.
Desisti parcialmente. Comecei um novo projeto em .NET, mas vou manter o Abacate em Java mesmo e continuar a fazer as atualizações em seu código.
2. A maior notícia de todas: depois de ONZE anos jogando FIFA, enjoei. Do FIFA, da EA, dos bugs escrotos. Ao menos o FIFA 08 e 09. Estou "obtendo" o PES 09. Fodam-se os times alternativos que eu gostava no FIFA.
3. A ATI não sabe fazer driver, eu odeio o Catalyst e minha próxima VGA será NVidia.
Confissão:
Os motivos reais que me fizeram querer jogar
todo código desse site fora:
1. Tô com preguiça de relembrar
como funcionam algumas coisas que fiz há muito tempo e preciso mudar
agora;
2. O esquema de code behind do ASP.NET é muito melhor que essa
bosta de JSP/Servlets de 1905 que eu uso;
3. Eu quero fazer putarias
em Ajax e as putarias que têm pro VisualStudio são mais fáceis de usar,
pois eu já aprendi e não preciso aprender as "do Java".
É... isso aí! Consegui escrever um post! Sinto-me mais feliz agora.
Oi
por Daniel Zhe
Oi!
Voltei.
Considero migrar o Abacate Doce para .NET, mas ainda tenho algumas dúvidas a respeito da viabilidade disso.
É. Isso aí.